domingo, 11 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Mensagem
Eu sempre acreditei na vida, desde muito pequeno, que existem pessoas na nossa história que são tão fundamentais, mas tão fundamentais que a gente não pode mais dizer nosso nome sem que a gente lembre do nome dela. A gente identifica os verdadeiros amigos, as pessoas essenciais na nossa vida no momento de muita alegria ou no momento de muita tristeza: são esses dois extremos que são capazes de revelar quem a gente ama de verdade."
((Pe. Fábio de Melo))
((Pe. Fábio de Melo))
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Paixão de Cristo volta a ser protagonizada por um pernambucano
Em 2012, o ator Zé Barbosa assume o papel principal do espetáculo
Foto: Divulgação
Quando a cidade-teatro de Nova Jerusalém abriu as portas ao público para a primeira apresentação, em 1968, o espetáculo da Paixão de Cristo, em Fazenda Nova, no Agreste de Estado, trazia no papel principal o ator pernambucano Luiz Mendonça. Depois dele, apenas outros três artistas locais interpretaram Cristo – Carlos Reis, José Pimentel e Marcelo Valente – entre a grande lista de atores nacionais. Em 2012, é a vez de Zé Barbosa dá ao personagem, mais uma vez, o sotaque de Pernambuco.
Com 32 anos e uma carreira que traz trabalhos no teatro e na TV, desde 2009 Zé Barbosa ocupava a função de substituto dos atores que interpretavam Jesus. "Comecei fazendo stand in de Murilo Rosa. No ano seguinte, de Eriberto Leão. Inclusive cheguei a assumir o papel, quando Eriberto foi receber um prêmio, durante a semana da temporada. E neste ano, fiquei como substituto de Thiago Lacerda", conta o ator. "Este papel é um sonho meu, é uma realização pessoal e profissional. É a responsabilidade de carregar o maior espetáculo ao ar livre do mundo. Mas eu me sinto seguro, porque acredito que os três anos em que estive como substituto me serviram de preparação."
A temporada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em 2012, será entre 30 de março e 7 de abril. Até agora, nomes como Larissa Maciel (Maria), Caco Ciocler (Judas) e Ellen Roche (Herodíades) estão escalados para o espetáculo.
Fonte: diariodepernambuco online
domingo, 29 de janeiro de 2012
Pequenos gestos
Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as penalidades insiste em permanecer.
São exercícios simples… Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma caluda, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará se sofrer por causa de seu silêncio.
Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixamos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados.
Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que escolhemos dizer. É simples.
Padre Fábio de Melo
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Por que o cestinho de carregar crianças se chama moisés?
No Egito Antigo, os faraós obrigavam todo o povo israelita a trabalhar como escravo e decidiram que todos os primogênitos dos israelitas deveriam ser mortos.
Moisés acabara de nascer e para salvar o bebê, sua mãe o colocou num cesto e soltou-o nas águas do Rio Nilo.
A irmã de Moisés foi seguindo o cesto de longe para ver quem o encontraria.
Uma princesa estava à beira do rio quando viu o bebê e decidiu levá-lo para o palácio.
A irmã de Moisés apareceu e disse à princesa que conhecia uma babá muito boa para cuidar dele. A babá era sua mãe.
Foi assim que a própria mãe de Moisés o criou dentro do palácio do faraó.
Moisés acabara de nascer e para salvar o bebê, sua mãe o colocou num cesto e soltou-o nas águas do Rio Nilo.
A irmã de Moisés foi seguindo o cesto de longe para ver quem o encontraria.
Uma princesa estava à beira do rio quando viu o bebê e decidiu levá-lo para o palácio.
A irmã de Moisés apareceu e disse à princesa que conhecia uma babá muito boa para cuidar dele. A babá era sua mãe.
Foi assim que a própria mãe de Moisés o criou dentro do palácio do faraó.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia seu superior
querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse:
Jovem aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na
frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça
ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. O soldado pegou a chave e
começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou
perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e
dizendo: Nós queremos teu Deus.
O jovem soldado espantado, perguntou
o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e
mostrou para o jovem que o carro estava sem motor.
O jovem então
disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O
Deus que traz a existência aquilo que não existe!
querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse:
Jovem aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na
frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça
ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. O soldado pegou a chave e
começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou
perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e
dizendo: Nós queremos teu Deus.
O jovem soldado espantado, perguntou
o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e
mostrou para o jovem que o carro estava sem motor.
O jovem então
disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O
Deus que traz a existência aquilo que não existe!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O que dizer sobre o suicídio?
Por mais debilitada e fraca que seja a vida, ela é um belo dom de Deus
A Igreja sempre ensinou que não somos proprietários da nossa vida, e sim Deus, por isso não podemos pôr fim a ela."Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para honra dele e salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela" (Catecismo da Igreja Católica § 2280).
Por isso, o suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar e perpetuar a própria vida. É gravemente contrário ao justo amor de si mesmo. O suicídio ofende também o amor do próximo, porque rompe injustamente a comunhão com as pessoas amadas da família e da sociedade. E, muitas vezes, a família pode ficar desamparada com a morte do pai ou da mãe. E, sobretudo, ele [suicídio] é contrário ao amor do Deus vivo.
A prática do suicídio torna-se mais grave ainda se for usado como exemplo, especialmente para os jovens, para justificar que a vida não tem sentido e que por isso se pode eliminá-la. Uma mentalidade pagã que tem como único sentido para a vida o prazer, e quando este não é possível, pode querer suprimi-la. Cooperar com o suicídio de alguém é também falta grave. Infelizmente, alguns filósofos ateus propunham e ainda propõem essa prática [suicídio] diante de uma vida que consideram um absurdo e sem sentido. A vida humana, por mais debilitada e fraca que seja, é um belo dom de Deus, ensinava o saudoso Papa João Paulo II; e de forma alguma pode ser eliminada pela pessoa.
Infelizmente, hoje há "clínicas para matar" em países como a Holanda, Bélgica e Suíça, onde o "suicídio assistido" é legal. Então a pessoa chega viva a essas clínicas e sai morta delas. Uma gravíssima ofensa a Deus e à sociedade. Nos Estados Unidos da América faleceu há pouco alguém que ficou chamado de "doutor morte", que inventou uma máquina para a pessoa se suicidar "sem sofrimento".
Os eleitores de Zurique, Suíça, rejeitaram em 2010, em referendo, propostas para vetar o suicídio assistido e o "turismo do suicídio", que é a chegada ao país de estrangeiros em busca da morte. O suicídio assistido é permitido nesse país desde 1941. Estrangeiros terminais vão ao país europeu para cometer suicídio, aproveitando regras do país, um dos mais liberais do mundo. (Folha de São Paulo, 16/5/2011).
Mas a Igreja reconhece que as motivações ao suicídio podem ser complexas. Não podemos dizer que aquele que se suicidou esteja condenado por Deus. Antigamente muitos pensavam assim, mas a Igreja não confirma isso. Diz o Catecismo da Igreja Católica que: "Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida" (CIC § 2282).
Sabemos que um momento grave de depressão, desespero, angústia prolongada, entre outros, podem debilitar psiquicamente a pessoa de maneira tão grave que ela possa buscar refúgio na morte, mesmo sem a desejar em si mesmo. Por isso a Igreja recomenda rezar pela alma do suicida, sem se desesperar de sua salvação.
Nosso Catecismo deixa claro que: "Não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida" (CIC § 2283).
O importante, então, é não se desesperar com a morte suicida da pessoa amada, mas oferecer a Deus por ela as orações e, principalmente, a Santa Missa pela salvação e sufrágio de sua alma.
Na biografia de São João Maria Vianney há um fato muito interessante. O santo celebrava a Missa e notou uma senhora vestida de preto chorando no fundo a igreja; seu marido havia se suicidado havia dias. No final da Celebração Eucarística esse santo foi ao encontro dela e disse-lhe: "Pode parar de chorar, seu marido se salvou, está no Purgatório. Reze pela alma dele". Quando ela quis saber como, o santo respondeu: "Você se lembra que no mês de maio você rezava a Nossa Senhora, e ele, de vez em quando rezava com você; por isso ele foi salvo, Nossa Senhora conseguiu para ele a graça do arrependimento no último instante de vida".
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