domingo, 29 de janeiro de 2012

Pequenos gestos

Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as penalidades insiste em permanecer.

São exercícios simples… Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma caluda, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará se sofrer por causa de seu silêncio.

Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixamos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados.

Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que escolhemos dizer. É simples.

Padre Fábio de Melo

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Por que o cestinho de carregar crianças se chama moisés?

No Egito Antigo, os faraós obrigavam todo o povo israelita a trabalhar como escravo e decidiram que todos os primogênitos dos israelitas deveriam ser mortos.

Moisés acabara de nascer e para salvar o bebê, sua mãe o colocou num cesto e soltou-o nas águas do Rio Nilo.

A irmã de Moisés foi seguindo o cesto de longe para ver quem o encontraria.

Uma princesa estava à beira do rio quando viu o bebê e decidiu levá-lo para o palácio.

A irmã de Moisés apareceu e disse à princesa que conhecia uma babá muito boa para cuidar dele. A babá era sua mãe.

Foi assim que a própria mãe de Moisés o criou dentro do palácio do faraó.